"Understanding Comorbidity of Anxiety Disorders With Antisocial Behavior Findings From Two Large Community Surveys" (J Nerv Ment Dis 2004;192: 178–186) de Jitender Sareen, MD,* Murray B. Stein, MD,† Brian J. Cox, PhD,* and Stephen T. Hassard, BA(h), BSc
A tabela abaixo mostra dados de duas grandes pesquisas epidemiológicas, o "
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"Serotonergic function in children with attention-deficit hyperactivity disorder Relationship to later antisocial personality disorder" (British Journal of Psychiatry, 190, p 410 - 414) de Janine D. Flory, Jefrey H. Newcorn, Carlin Miller, Seth Harty e Jeffrey M. Halperin
A tabela abaixo mostra a relação da curva plasmática de prolactina induzida por fenfluramina em crianças com TDAH, coletada entre sujeitos de 9 a 11 anos, e a ocorrencia de comportamento antisocial (representado no gráfico pelo diagnóstico de transtorno de personalidade antisocial) reavaliada 9 anos mais tarde
A discussão pelos presentes se focou nos mecanismos pelos quais a comorbidade pode se explicar: defeitos neurofuncionais comuns entre os transtornos ansiosos (no caso em questão o TOC) e os comportamentos antisociais? Sobreposição de déficts de controle de impulsos? Relação com certos aspectos da psicopatologia ansiosa envolvida (obsessões de violência no TOC com baixa crítica ) e comportamento agressivo?
Foi ainda discutida a controvérsia constituição versus comportamento, como candidatos a fatores responsáveis pela síndrome antisocial, havendo questionamentos quanto à real natureza da mesma e seu significado prognóstico.
Foram grandes o comprecimento e a participação dos presentes, especialmente dos Drs. Crsitiano Alvarez, Luis Fernando Petry, Marco Aurelio Costa e Ana Karina Virmond, além dos apresentadores (Dr. André Astete, Dras Fernanda Favero e Prycila Lemos)
André Astete

